Curador: Alexandre José Vargas da Silva


Alexandre Vargas é ator, diretor, autor e produtor cultural. Fundador do C.P.T.A. - Centro de Pesquisa Teatral do Ator (2003/11) e do grupo Falos & Stercus (1991/2011), é o idealizador, coordenador geral e diretor artístico do Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre (2009/10/11). Ganhador da Bolsa Funarte de Residências em Artes Cênicas (2010). Graduando em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do RS-PUCRS. Autor do livro “Jantar Às Margens do Rio Cocito”, lançado em janeiro de 2007, Editora Bestiário. Escreve o “Caderno de Teatro” desde 2007 para a Revista ARTESESC, onde realiza entrevistas com expoentes da cena teatral.  Diretor editorial e organizador do livro “Falos & Stercus/Ação & Obra–Uma Trajetória Marcada Por Inconformismo e Prazer”, lançado em setembro de 2009 na Fundação Iberê Camargo, Editora Bestiário.

Realizou os seguintes estudos teatrais: “Desenvolvimento e Aprendizagem de Técnicas Teatrais para Deficientes Visuais” (1998/2001) — pesquisa sobre as diferenças entre a percepção e o processamento das informações mediante o tato e a potencialização sensorial. “CORPO-MENTE/Uma Fronteira Móvel” (2003) — estudo sobre a consciência corporal e a compreensão técnica e mecânica da ação física. Integrou o seminário “Teatro Contemporâneo: Para Além do Drama” (2010) — com Hans-Thies Lehmann, da Universidade de Frankfurt am Main, realizado pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da UFRGS, Instituto Goethe e Secretaria Municipal da Cultura.

Convidado do evento de reciclagem para artistas de circo e teatro de diversos continentes, L’Ecole de Cirque Sol’Air, de Cherbourg-Ovteville na França (2006). Estudou na Escola Nacional de Circo (1999). Gianni Ratto, Gerd Bornheim, Helga Finter, Igedore G. Villaça Koch. Improbable (Reino Unido) com Julian Crouch, Phelim Mcdermott e Lee simpson. International School of Theatre Anthropology (ISTA), Ian Watson (EUA), José A. Sánchez da Universidad Castilla-la-Mancha da Espanha. Judith Malina, Ilion Troya e Hanon Reznikov do Living Theatre. Oscar Cornago, Thomas Leabhart, Teatro Tascabile di Bergamo e Yoshi Oida do Centro Internacional de Pesquisa Teatral, dirigido por Peter Brook.

Autor e diretor do espetáculo "(In)acabada" (2010/C.P.T.A.). Atuou em "Hybris" (2010/F&S), Prêmio Funarte Myriam Muniz de Teatro 2009. Atuou em "A Força do Hábito" (2003), peça de Thomas Bernhard e direção de Luciano Alabarse, por esse trabalho foi Indicado ao Prêmio Açorianos de Melhor Ator (2003). É ator e coautor da peça "A Escrita de Borges" (2001/F&S), melhor espetáculo eleito pelo juri popular (2002), Prêmio Funarte de Artes Cênicas de 2001. Autor e diretor do espetáculo "Aqui o Tempo é Outro" (2008/C.P.T.A.). Autor e diretor de "Os Sobreviventes: James Beckett e Samuel Joyce" (2006/C.P.T.A.). Dirige a Performance "Narciso envelheceu" (2004/C.P.T.A.). Atuou em "Mithologias do Clã" (1999/2010F&S), participa do 17° International Workshop Festival na Inglaterra. Atuou em "O Clã Destino" (1998/F&S), indicado ao Prêmio Açorianos de Melhor Ator (1998). Atuou em "A Púrpura Fulminante" (1998), espetáculo demonstração com direção de Luiz Carlos Vasconcellos. Em "Farsa Trágica" (1995/F&S) é indicado a Melhor Ator ao Prêmio de Artes Cênicas do Estado do Rio Grande do Sul – SATED (1995).

Participa do 2º Porto Alegre em Buenos Aires. Em "PM II - Os Heróis da Candelária?" (1993/F&S), é indicado como Melhor Ator ao Prêmio de Artes Cênicas do Estado do Rio Grande do Sul – SATED(1993). "Cantata São Paulo" (1993), direção de Judith Malina, do Living Theatre, e Produção Secretaria de Cultura de SP. No cinema, atuou em "Menos que Nada" (2010/11), longa metragem de Carlos Gerbase. "3Efes" (2007), longa metragem de Carlos Gerbase. "Pela Rua" (2002), baseado na poesia urbana de Ferreira Goulart. "A Festa de Margareti" (2002), longa metragem com direção de Renato Falcão, lançado no Havana Film Festival – New York. "Mitologias do Clã" (2000), direção de Jaime Lerner.